segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Happy Halloween
Beautiful halloween colors with a pumpkin and chocolate muffin to treat us good :)
LOVE treats!!
♡
Lou Lou
images from design sponge
domingo, 30 de outubro de 2011
Quanto tempo...
Faz tempo que não escrevo, tempo... tempo... tempo.....
Esse ano foi quase que atemporal de tão rápido que passou.
Apesar de tanta correria e cobrança interna para finalizar projetos, tenho experimentado uma sensação maior de leveza e contentamento nesses últimos dias.
Para quem tem consciência, essa sensação vai começar a ganhar força, após inúmeros processos de purificação e transformação que todos estamos vivendo.
O corpo sofreu para liberar as tensões, a mente processou os acontecimentos, o coração abriu e agora vamos poder escolher o que queremos fazer, quem queremos e gostamos de ser!!
Tenho boas novidades :), muitas inspirações e coisas gostosas para compartilhar. Mas vamos com calma, tudo a seu tempo, aproveitando e curtindo cada momento!!!
"The only moment we have is the moment we are in." Ram Das
LOVE xx
sábado, 15 de outubro de 2011
Rio que reluz
Sunset
Ipanema Beach.
...
Melting in the sun
Shining with the stars
Having fun with my friends
Enjoying life
and mySelf
...
LOVE
Jardim Botanico Encantado
Orquídeas no Jardim Botânico do Rio de Janeiro
♡
Primavera 2011
La em meio ao jardim...
senti e vivi uma sensação incrivel de paz, silencio e integração.
Encontrei muito mais do que beleza, natureza,
cores, formas delicadas...
Encontrei a verdade que eu buscava,
muita inspiraçao
e chorei de emoçao!
LOVE
"Ó beleza! Onde esta tua verdade?"
Willian Shakespeare
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Nada se perde quando se vive
"É preciso sofrer depois de ter sofrido, e amar, e mais amar, depois de ter amado.
Felicidade se acha é em horinhas de descuido.
Porque eu só preciso de pés livres, de mãos dadas, e de olhos bem abertos.
Quando nada acontece há um grande milagre acontecendo que não estamos vendo.
Não
somos os mesmos, mas sabemos mais uns dos outros. E é por esse motivo
que dizer adeus se torna complicado! Digamos então que nada se perderá.
Pelo menos dentro da gente..."
João Guimarães Rosa
João Guimarães Rosa
Post da minha SSSister em seu blog details.
Encaixou tão perfeitamente que eu quis compartilhar.
Passei por dias incriveis,
de cura
inspiraçao
sol
amizade
auto estudo e
contemplação.
Voltei tao melhor,
amando mais,
agradecendo mais,
vivendo mais!
Mais uma vez constatei que o mar traz a cura para todos os meus males.
Voltei leve, sou livre, e amo ir e vir...
E por ter vivido cada momento com presença e consciência,
trago comigo todas as experiências, os abraços, sorrisos, sons, cores e banhos de mar... ah Rio, como você me faz feliz!
Nada se perde quando se vive!!!
Viva la Vida!!
♡ Rio
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Saber existir
Esse otimo texto pode parecer um pouco difícil pelos nomes em sânscrito para quem não tem conhecimento no assunto, mas ainda assim vale como um ensinamento, um meio de inspiração, um novo saber. Coloquei pensando nos meus alunos, na aula de amanha, no nosso dia a dia, no poder do Yoga em guiar e iluminar o caminho... Acredito tanto nisso que compartilho, todos os meus dias com todo meu amor, os valores que me ajudam a Ser!
Aprendendo com o Yoga a arte de saber existir
Desse breve enunciado, podemos concluir que outra etapa antecedeu o ensinamento do Yoga. Acredito que o Yoga surja para nós a partir do momento em que o ser humano, através da busca pelo auto-conhecimento, percebe que para "ser" é preciso "saber existir". Mas, como saber existir?
Existimos em vários níveis: pensamentos, sentidos, corpo físico, enfim, convivemos com outros seres e captamos energia de várias fontes diferentes. Como, por exemplo, a do ambiente em que vivemos e freqüentamos, das pessoas que nos rodeiam, dos alimentos, da natureza e, conseqüentemente, devolvemos essa energia de alguma forma através de nossas ações, pensamentos, palavras, olhar e tudo o que envolve a nossa movimentação pelo universo em busca de algo que não está muito bem definido. Agora, começa o Yoga.
Daí surge a necessidade de que, antes de caminhar rumo à meta do Yoga, que é o estado de iluminação exaltado pelo samádhi, façamos um bom estágio na fase preliminar rumo ao auto-conhecimento, exercitando a ética do Yoga. Em outras palavras, assimilando as valiosas informações advindas dos yamas e nyamas. Yama significa controle ou domínio. É o pontapé inicial, trazendo cinco proscrições éticas: ahimsá - a não violência; satya - falar a verdade; asteya - não se apropriar de coisas alheias, não roubar; brahmacharya - não desvirtuar a sexualidade; e aparigraha - não apegar-se. Esses refreamentos pretendem aniquilar a subjetividade que surge do egocentrismo e prepará-lo para o estágio seguinte.
Os niyamas são prescrições psicofísicas: shauchan - a purificação do corpo; santosha - o contentamento; tapas - a austeridade ou esforço sobre si próprio; swádhyáya - o estudo das escrituras do Yoga e de si próprio; Íshvara pranidhána - que seria a entrega das ações ao Absoluto, a uma força suprema. Aqui, percebemos a necessidade de desenvolver ferramentas que facilitem a busca de algo que, de fato, desconhecemos: a nossa natureza. Pura, livre e descondicionada. Sujamos a nossa existência com uma busca equivocada. Ser "esperto" está longe daquilo que você realmente é e do que realmente quer ser. Mas não sabemos disso. Nossa ignorância metafísica nos afasta da sutileza e do conhecimento verdadeiro: a busca pela nossa essência - o auto-conhecimento.
Quando nos deparamos com os yamas e nyamas, percebemos como é difícil nos "desprogramar". Bloqueamos ou retardamos a nossa evolução com armadilhas que a sociedade nos ensinou a montar para nós mesmos: a mentira, a agressividade contra aqueles que nos ameaçam, o uso equivocado ou parcial dos sentidos (ver somente aquilo que se quer ver), o apego a pessoas, coisas e relacionamentos, o que se reflete num boicote de se passar para a etapa seguinte. E assim caminha a humanidade, sempre dando um jeito de parecer mais "esperta" do que realmente é. O yogi tenta desatar os nós, mas também precisa perceber que, muitas vezes quem dá o nó é ele próprio. Por isso chega o momento da prática e do estudo. Buscar a visão periférica. Abrir os canais e sutilizar o corpo. Ver e querer ver a verdade. Mover-se. Ligar-se. E que durante esse processo esteja presente o bom humor e a pureza. E a fé de que, se nós estivermos fazendo o melhor para nós mesmos e sem fazer mal a ninguém, o que tiver de ser será... Aí a nossa existência começa a ter um brilho tão forte, que acaba se refletindo no olhar. Um olhar de quem não se importa com essas miudezas que a sociedade criou para nos encaixotar.
A nossa consciência oscila do racional ao emocional constantemente. Ambas atreladas ao ego: o veneno que aniquila e cega o homem. E quando a nossa expressão mais sutil e verdadeira se manifesta, que é a nossa intuição, um sussurro da nossa natureza, conseguimos perceber num gesto e num olhar de alguém coisas tão grandiosas que ficamos extasiados. E sorrimos como crianças.
Começamos, então, a entender o significado de existência, de saber existir. O sábio que nos habita começa a nos guiar. Permitindo que as coisas fluam, seguindo seu caminho sem se prostrar da sua consciência como vítima, e sim como mero expectador. As coisas acontecem, mudam e nós apenas acompanhamos essas transformações sem carregar a culpa de se ir adiante. Nós não somos os nossos pensamentos. Nossa mente é capaz de criar histórias, situações e obstáculos que nos cercam e nos aprisionam. Precisamos arrancar essa casca e mergulhar fundo, bem fundo no Ser. Resgatar a essência e privilegiar a nossa intuição, pois é essa que dá vida àquela. Assim, humildemente, nos aproximamos do verdadeiro significado do "saber existir". E, finalmente, percebemos que para sermos felizes, basta apenas SER."
Por Paula Goes (Yoga Pro site)- 04 de Novembro de 2002
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